domingo, 20 de fevereiro de 2011

Nova foto do Hubble mostra galáxia na constelação de Ursa Maior




Galáxia NGC 2841 Ursa Maior (Foto: Nasa / ESA)
(Foto: Nasa / ESA)




Uma nova imagem divulgada pela agência espacial norte-americana (Nasa) mostra a galáxia NGC 2841, uma espiral localizada na direção da constelação da Ursa Maior. 

O conjunto de estrelas está a 46 milhões de anos-luz de distância da Terra. 

A foto foi obtida com o Telescópio Espacial Hubble, com quatro filtros de cor diferentes e dados tanto em luz visível como em ondas infravermelhas e ultravioletas.

 Os pontos azuis, nos 'braços' da galáxia espiral, mostram estrelas grandes e jovens.



quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Sonda Stardust visita cometa Tempel 1



Nos EUA, o dia 14 de fevereiro é o equivalente do nosso dia dos namorados. Nesse dia, além das trocas de presentes e dos tradicionais votos, há vários jantares e encontros pelo país afora. Mas, neste ano, o encontro mais importante aconteceu no espaço. A sonda Stardust tinha um compromisso seríssimo com um cometa!
A Stardust é uma sonda destinada a estudar o asteroide 5535 Annefrank e o cometa Wild 2. Com 300 kg, ela foi lançada em fevereiro de 1999 e, já em 15 de janeiro de 2006, entrava para a história. Ao atravessar a coma (a “cabeleira”, a nebulosa mais próxima do núcleo de um cometa) do Wild 2, ela coletou amostras de poeira, que ficaram presas em um “aerogel” e foram remetidas de volta à Terra.
Com a chegada intacta da cápsula, as amostras foram enviadas a um laboratório da Nasa para análise.
Só isso já bastaria para garantir seu lugar na história, mas, logo em seguida a esse feito, a Stardust recebeu nova missão. Como estava totalmente operacional e com combustível, foi manobrada para perseguir e sobrevoar o cometa Tempel 1 neste último dia 14.
O Tempel 1 não é um cometa qualquer. Em 4 de julho de 2005, ele foi atingido por um bloco de 370 kg lançado pela sonda Deep Impact. O objetivo dessa agressão era provocar uma pluma de destroços vindos de camadas abaixo da superfície do cometa e, portanto, menos expostas à ação de ventos e radiações solares. Essa pluma foi estudada tanto pela Deep Impact quanto pelos telescópios em terra.
Agora, a Stardust foi direcionada para passar a cerca de 180 km do núcleo do Tempel 1 e examinar sua superfície. Essa segunda olhada acontece depois que o cometa passou duas vezes pelo seu periélio (o ponto de menor distância ao Sol)após o primeiro encontro. A ideia é ver as alterações sofridas pelo núcleo nesse tempo todo. Há também esperanças de ver a cratera produzida pela Deep Impact em 2005, mas isso envolve outras variáveis, como a rotação do núcleo.
As imagens estão sendo divulgadas conforme chegam da sonda, ainda sem nenhuma análise. Na foto acima, por exemplo, mostra o núcleo quando a aproximação era máxima.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Esta imagem, tirada pela câmera do telescópio Hubble, mostra a NGC 4696, a maior galáxia do aglomerado de Centaurus (à direita).

A faixa de poeira enorme que varre toda a face da galáxia, com cerca de 30 mil anos-luz de largura, faz com que ela pareça diferente da maioria das galáxias elípticas.

Estranhos filamentos finos de hidrogênio ionizado são visíveis dentro dela, dando um efeito de mármore ao centro brilhante da galáxia.