segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Tradutor (Translate)


  • Em razão ao grande número de visitas ao blog vindas de outros países, estou colocando a possibilidade de usar o Translate! Disponível em diversas linguagens!
    Obrigada pela atenção e continuem visitando o blog!

  • Due to the large number of visits to the blog from another countries, I'm putting the possibility of using Translate!
    Available in several languages​​!
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Confins do Sistema Solar: Sedna

Mais de 13 bilhões de km de nossa casa, é o objeto mais distante já visto da órbita do Sol. Um pequeno mundo congelado, chamado Sedna, descoberto em 14 de novembro de 2003.
Sua órbita dura 11.400 anos e o leva a 130 bilhões de km de distância do Sol.



Seu afélio é estimado como 31 vezes a distância de Netuno.
Acredita-se que Sedna é o objeto transnetuniano mais importante já descoberto, pois o entendimento de sua órbita anormal provavelmente fornecerá informações valiosas sobre a origem e evolução do sistema solar.

domingo, 27 de janeiro de 2013

sábado, 26 de janeiro de 2013

Você sabia?


Cometa, Asteroide, Meteoro, Meteorito e Meteoroide

Cometa

http://www.imagenstop.net/wp-content/uploads/2014/10/Cometa-Halley-Imagem.jpg
É uma grande bola de gelo - formada pela junção de vários gases - que vaga pelo espaço. O cometa é uma espécie de "sobra" do processo de formação dos grandes planetas gasosos do sistema solar, como Júpiter e Saturno. Este bloco gelado que você vê aqui é só uma minúscula parte de todo o cometa, é o seu núcleo sólido, que em geral tem uns 6 km de diâmetro.


Asteroide



Enquanto o cometa é uma bola de gases congelados, o asteroide é uma grande pedra espacial. Também é uma "sobra" do sistema solar, mas uma sobra do processo de formação dos planetas rochosos, como Terra e Marte. Com formato irregular, a maioria dos asteroides tem cerca de 1 km de diâmetro - mas alguns podem chegar a centenas de quilômetros!


Meteoro



Meteoro, chamado popularmente de estrela cadente, designa-se o fenômeno luminoso observado quando da passagem de um meteoroide pela atmosfera terrestre. Este fenômeno que pode apresentar várias cores, que são dependentes da velocidade e da composição do meteoroide, um rastro, que pode ser designado por persistente, se tiver duração apreciável no tempo, e pode apresentar também registro de sons.


Meteorito


Um meteorito é a denominação dada quando um meteoroide, formado por fragmentos de asteroides ou cometas ou ainda restos de planetas desintegrados, que podem variar de tamanho desde simples poeira a corpos celestes com quilômetros de diâmetro, alcançam a superfície da Terra, pode ser um aerólito (rochoso), siderito (metálico) ou siderólito (metálico-rochoso).


Meteoroide


Segundo a International Meteor Organization, possuem dimensões significativamente menores que um asteroide e significativamente maiores que um átomo ou molécula, distinguindo-nos dos asteroides - objetos maiores, ou da poeira interestelar - objetos micrométricos ou menores. Podem ter origem em ejeções de cometas próximos ao Sol, na colisão entre dois asteroides ou mesmo ser um fragmento de sobra da criação do sistema solar. Ao entrar em contato com a atmosfera de um planeta, um meteoroide dá origem à um meteoro.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

NASA faz montagem de Sol em diferentes comprimentos de onda

Foto: Nasa/SDO/Goddard Space Flight Center


Uma montagem divulgada pela agência espacial americana (Nasa) com diferentes imagens e cores do Sol mostra a estrela do nosso sistema sob a ótica de vários comprimentos de onda.
Cada uma dessas técnicas de captação busca destacar aspectos distintos da superfície e da atmosfera solares. Algumas revelam o astro mais amarelo, outras mais alaranjado, e até em tonalidades aparentemente estranhas, como cinza, cor-de-rosa, verde e azul.
Segundo explicam os astrônomos, o Sol emite luz em todas as cores, mas, como o amarelo é o seu comprimento de onda mais brilhante, essa é a cor que vemos a olho nu – lembrando que nunca devemos olhar diretamente para o Sol.
Essas imagens que compõem a montagem acima foram feitas por telescópios terrestres e espaciais capazes de observar a luz muito além das faixas visíveis pelo olho humano. Com essas informações, os cientistas podem "pintar" um quadro completo dessa estrela em constante mutação e saber como as partículas e o calor se movem pela atmosfera.
Além da luz visível, o Sol emite luz ultravioleta e raios X, dependendo da temperatura e do comprimento de onda. Na superfície do astro, a temperatura é de cerca de 5.700 graus Celsius, contra 15 milhões de graus Celsius no núcleo.
Essas diferenças ocorrem porque o Sol contém diferentes átomos – como hélio, hidrogênio e ferro –, com cargas elétricas distintas, chamadas de íons. Cada um desses íons pode emanar luz em comprimentos de onda específicos a determinadas temperaturas.
Fonte: g1.globo.com

Você sabia?



quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Você sabia?








Betelgeuse, a supergigante vermelha prestes à explodir




Telescópio registra supergigante próxima da Terra prestes a explodir



  Os múltiplos arcos revelados na imagem que mostra Betelgeuse, a supergigante vermelha mais próxima da Terra, indicam que a estrela está se encaminhando para uma poderosa supernova - explosão que ocorre quando a vida de uma estrela massiva chega ao fim. A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) registrou o processo de destruição com o telescópio espacial Herschel e divulgou a imagem nesta terça-feira.
  Betelgeuse, também chamada de Alfa Órion, é cerca de mil vezes maior que o Sol e tem um brilho aproximadamente 100 mil vezes mais forte. Localizada na constelação de Órion, pode ser vista a olho nu no céu noturno como uma estrela de cor vermelho-alaranjada à esquerda das chamadas Três Marias, que formam o cinturão da constelação de Órion. Betelgeuse marca o ombro direito do caçador.
  A recém-divulgada imagem infravermelha mostra como os ventos da estrela estão colidindo contra o meio estelar em seu entorno, criando um choque em arco enquanto a supergigante se move pelo espaço à velocidade de aproximadamente 30 km/s. Uma série de arcos à frente da direção de deslocamento testemunha uma turbulenta história de perda de massa.
  Supergigantes vermelhas como a Betelgeuse representam uma das últimas fases da vida de uma estrela de grande massa. Durante essa fase, de curta duração, a estrela aumenta de tamanho e expele as suas camadas exteriores para o espaço a uma taxa prodigiosa, emitindo enormes quantidades de material (correspondentes aproximadamente à massa do Sol) em apenas 10 mil anos - ou estimados 5 mil anos, no caso da Betelgeuse.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/telescopio-registra-supergigante-proxima-da-terra-prestes-a-explodir,fd05fdcb4a26c310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Por que a atmosfera do Sol é mais quente que sua superfície?




 Sabemos há algum tempo que a atmosfera do Sol é mais quente do que a própria superfície da estrela, mas  
o motivo disso é um mistério para os cientistas. Agora, foi descoberto que o motivo pode ser jatos de 

plasma que saem do Sol em pequenas explosões em uma velocidade de 100 km por segundo.


Bart De Pontieu, do Laboratório Solar e Astrofísico Lockheed Martin Solar, em Palo Alto, na Califórnia, 

usou dados da Nasa e da missão japonesa Hinode para revelar os jatos, conhecidos como espículas e 

visíveis na imagem acima. Algumas dessas espículas podem chegar a temperaturas de 999726 graus Celsius.

  Modelos anteriores do funcionamento do Sol mostraram que tais jatos poderiam existir, mas ninguém

 nunca havia medido sua temperatura.
 Agora os cientistas estão tentando descobrir o que estimula essas espículas. 

Fonte: HypeScience -Alpha Orionis

NOVO ENDEREÇO DO BLOG

Olá! Como podem ver, o endereço do blog mudou! Ao invés de ser http://confins-do-universo.blogspot.com.br, agora é http://confinsdouniverso.blogspot.com.br !
Além da imagem do cabeçalho também ter sido modificada...espero que esteja melhor e mais acessível com esse endereço!!
Obrigada

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Atividade solar (período de 13/01/2013 à 20/01/2013)

Documentário National Geographic (Completo)

Lembrem que postei a parte 1 do documentário da NatGeo ''Viagem Aos Limites do Universo''?
Então, hoje estarei postando o vídeo do documentário COMPLETO!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Colisão entre Via Láctea e Andrômeda

  A Via Láctea está em rota de colisão com a galáxia de Andrômeda. Em vários bilhões de anos, as duas sofrerão um choque. Estas imagens são visualizações da NASA de como isso irá acontecer.
  De cima para baixo, esquerda para direita:

Hoje
2 bilhões de anos
3.75 bilhões de anos
3.85 bilhões de anos
3.9 bilhões de anos
4 bilhões de anos
5.1 bilhões de anos
7 bilhões de anos.



Crédito: NASA

domingo, 13 de janeiro de 2013

Por que o céu é escuro à noite?

Um vídeo muito legal!
Obs. É legendado

A cor das plantas em outros mundos

  As plantas não necessariamente podem ser apenas verdes, mas também azuis, vermelhas e até mesmo negras. O que define o tipo de vida em um planeta é sua estrela.
  Estrelas tipo M (anãs-vermelhas) são fracas, portanto as plantas talvez precisem ser negras para absorver toda a luz disponível. Já estrelas M jovens queimariam a superfície do planeta com explosões ultravioleta, assim todos os organismos devem ser aquáticos. Planetas que orbitam estrelas de classe F recebem muita luz, por isso, as plantas tendem a ser azuis, já que refletem muito mais. Nosso Sol é o tipo G.



  Luz de qualquer cor, do violeta ao infravermelho próximo, poderia fornecer energia para a fotossíntese. Ao redor de estrelas mais quentes e azuis que o nosso Sol as plantas tenderão a absorver a luz azul e poderiam variar desde verde, passando por amarelo até vermelho. Em torno de estrelas mais frias, como anãs-vermelhas, os planetas receberiam menos luz visível, portanto as plantas deveriam absorver tanto a luz quanto possível e seriam negras.

Scientific American